Moza Banco propõe soluções para reforçar a Arquitectura Financeira Nacional

O Moza Banco defendeu, esta quarta-feira (22), a adopção de soluções capazes de fortalecer a arquitectura financeira nacional, promover a inovação e ampliar o acesso ao financiamento dos sectores produtivos, durante a sua participação na edição 2026 do BFSI Mozambique – Banking, Financial Services and Insurance.

O banco esteve representado por Devan Manmoandas, membro da Comissão Executiva, que participou no Painel 1, subordinado ao tema “Da Estabilidade à Escala: Arquitectura Financeira, Recursos e Bancabilidade”.

Durante a sessão, foram debatidos temas relacionados com a mobilização de capital, o financiamento dos sectores produtivos, a redução do risco, a transformação digital e a criação de mecanismos que promovam uma economia mais competitiva e inclusiva.

Na ocasião, Devan Manmoandas afirmou que o fortalecimento do sistema financeiro passa pela criação de soluções que aproximem o capital dos sectores produtivos, promovam a inovação e aumentem a capacidade das empresas de crescer de forma sustentável.

“A participação do Moza Banco neste debate reflecte o nosso compromisso em contribuir activamente para uma arquitectura financeira mais inclusiva, competitiva e preparada para responder aos desafios do desenvolvimento de Moçambique”, acrescentou.

Segundo o Moza Banco, a participação no BFSI Mozambique 2026 reforça o posicionamento da instituição como um parceiro activo no desenvolvimento do sector financeiro nacional, contribuindo para o debate de soluções que promovam uma maior bancabilidade, inovação e crescimento económico sustentável.

O Banking, Financial Services and Insurance Mozambique (BFSI) 2026 decorre ao longo de dois dias e reúne membros do Governo, reguladores, representantes de instituições financeiras, bancos, seguradoras, fintechs, investidores, parceiros de cooperação, empresários e especialistas para debater soluções destinadas a acelerar a transformação digital, reforçar a inclusão financeira e promover o desenvolvimento do sistema financeiro nacional.

Fonte: Diário Económico

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