Crédito à economia com crescimento marginal

O Crédito à economia registrou um incremento marginal de 0,02 por cento entre Dezembro de 2025 e Fevereiro do ano em curso. Neste sentido, a componente em moeda estrangeira aumentou em 1.868,9 milhões de meticais, enquanto a denominada em moeda nacional reduziu em 1.797,3 milhões. No mesmo período, em termos sectoriais, os maiores incrementos dos saldos de crédito ocorreram na indústria extractiva, com registo de 3.812 milhões e nos particulares com 364 milhões de meticais.

De acordo com o relatório sobre a execução orçamental, referente ao primeiro trimestre, a taxa de juro média ponderada de novos empréstimos reduziu para 19,28 por cento, em Fevereiro de 2026, após 20,04 por cento em Dezembro de 2025. Por seu turno, a taxa de juro média de depósitos reduziu para 3,24 por cento, em Fevereiro de 2026, após 3,67 por cento em Dezembro de 2025. Entre Dezembro de 2025 e Março de 2026, o metical manteve-se estável face ao dólar norte-americano, que depreciou-se em relação ao euro e apreciou em relação ao rand, tendo a cotação no [Coluna 3] fecho de Março de 2026 se fixado em 64,02 meticais face ao dólar, 77,05 para o euro e 3,74 para o rand.

No que diz respeito à política macroeconómica, perspectiva-se para este ano, um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,8 por cento; inflação média anual em 3,7 por cento; exportações de bens no montante de 8.436 milhões e constituição de Reservas Internacionais Brutas (RIB) de 3.234 milhões de dólares, correspondentes a 4,4 meses de cobertura de importações de bens e serviços não factoriais, excluindo os megaprojectos.

Fonte: Jornal Notícias

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